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quinta-feira, 10 de março de 2011

CONHEÇA NOSSO ACERVO DE LIÇÕES BÍBLICAS.

Edições Lições Bíblicas


1975
1977
1980
1982
1983
  • 4° trimestre – Para a escola dominical
    • Comentário: Geziel Nunes Gomes
1984
  • 1° trimestre – Para a escola dominical
    • Comentário: Miss. N. Lawrence Olson
1985
  • 2° trimestre – Maturidade Cristã 2
    • Comentário: Antonio Gilberto
1986
  • 1° trimestre – Maturidade Cristã 5
    • Comentário: Raimundo Ferreira de Oliveira
  • 2° trimestre – Maturidade Cristã 6
    • Comentário: Eurico Bergstén
  • 4° trimestre – Maturidade Cristã 8
    • Comentário: Raimundo Ferreira de Oliveira
1987
  • 2° trimestre – Maturidade Cristã 10
    • Comentário: Elienai Cabral
1988
  • 1° trimestre – Maturidade Cristã 13
    • Comentário: Abraão de Almeida
  • 2° trimestre – Maturidade Cristã 14
    • Comentário: Equipe da DEC/DPU
  • 3° trimestre – Maturidade Cristã 15
    • Comentário: Raimundo de Oliveira
1990
  • 1° trimestre – Maturidade Cristã 21
    • Comentário: Antônio Gilberto
1991
  • 4° trimestre – Maturidade Cristã 28
    • Comentário: Elinaldo Renovato de Lima
1992
  • 1° trimestre – Maturidade Cristã 29
    • Comentário: Severino Pedro da Silva
  • 4° trimestre – Maturidade Cristã 32
    • Comentário: Antonio Gilberto
1993
  • 1° trimestre – Maturidade Cristã 33
    • Comentário: Geremias do Couto
  • 2° trimestre – Maturidade Cristã 34
    • Comentário: Adilson Faria Soares
1994
  • 1° trimestre – Espírito Santo, A Chama Pentecostal
    • Comentário: Elienai Cabral
  • 3° trimestre: Evangelhos Sinóticos, A Perfeita Harmonia
    • Comentário: Esequias Soares da Silva
1995
  • 1° trimestre: Evangelho de João, O retrato do Verbo
    • Comentário: Antonio Mardonio Nogueira Vieira
  • 2° trimestre: Calvário, o Lugar da Salvação
    • Comentário: Valdir Nunes Bícego
  • 4° trimestre: Gênesis, O princípio de todas as coisas
    • Comentário: Elienai Cabral
1996
  • 2° trimestre: Aprendendo com os erros e acertos dos servos de Deus
    • Comentário: Valdir Bícego
  • 4° trimestre: Sal e Luz, As marcas do cristão atual
    • Comentário: Antônio Gilberto
1997
  • 2° trimestre: Seitas e Heresias, Se alguém vos anunciar outro evangelho seja anátema
    • Comentário: Ezequias Soares da Silva
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: Salmos, A lira de Israel na devoção do homem moderno
    • Comentário: Elinaldo Renovato de Lima
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 4° trimestre: I e II Coríntios, Os problemas da Igreja e suas soluções
    • Comentário: Antônio Gilberto (lição de 1 a 7), Gilmar V. Chaves (lição de 8 a 10) e Claudionor de Andrade (lição de 11 a 13)
1998
  • 1° trimestre: Verdades Pentecostais, O evangelho de Cristo anunciado com poder
    • Comentário: Valdir Nunes Bícego
  • 2° trimestre: Romanos, O Evangelho da Justiça de Deus
    • Comentário: Esequias Soares
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: Escatologia, O estudo das últimas coisas
    • Comentário: Elienai Cabral
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 4° trimestre: Igreja, Projeto de Deus
    • Comentário: Geremias do Couto
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
1999
2000
  • 1° trimestre: Aviva, ó Senhor, a tua Obra! – ESTUDO SOBRE O AVIVAMENTO
    • Comentário: Antônio Gilberto
  • 2° trimestre: Os ensinos de Jesus para o homem atual
    • Comentário: Elinaldo Renovato de Lima
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: Evangelismo e Missões, A Igreja cumprindo a sua tarefa
    • Comentário: Esequias Soares
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 4° trimestre: Não terás outros deuses diante de mim, Quando a idolatria ameaça a Igreja de Cristo
    • Comentário: Claudionor Corrêa de Andrade
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
2001
  • 1° trimestre: Doutrinas Biblicas, Edificando sobre o fundamento de Cristo e dos Apóstolos
    • Comentário: Elienai Cabral
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 2° trimestre: Sermão do Monte, A transparência da vida cristã
    • Comentário: Geremias do Couto
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: Hebreus “…os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes
    • Comentário: Elinaldo Renovato
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 4° trimestre: 1 e 1 Pedro, A esperança do cristão em tempos de angústia
    • Comentário: Eliezer Lira
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
2002
  • 1° trimestre: Judas, Batalhando pela genuína fé cristã
    • Comentário: Claudionor de Andrade
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 2° trimestre: Oséias, A restauração dos filhos de Deus
    • Comentário: Esequias Soares
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: Ética Cristã, Confrontando as questões morais
    • Comentário: Elinaldo Renovato
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 4° trimestre: Abraão, Êxitos e fracassos do amigo de Deus
    • Comentário: Elienai Cabral
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
2003
  • 1° trimestre: O sofrimento dos justos e o seu propósito
    • Comentário: Claudionor de Andrade
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 2° trimestre: Visão panorâmica do Antigo Testamento
    • Comentário: Esequias Soares
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: Aprendendo diariamente com Cristo
    • Comentário: Elinaldo Renovato
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 4° trimestre: Mordomia Cristã, Servindo a Deus com excelência
    • Comentário: Elienai Cabral
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
2004
  • 1° trimestre: A Pessoa e a Obra do Espírito Santo
    • Comentário: Eurico Bergstén
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 2° trimestre: Família Cristã, Eu e a minha casa serviremos ao Senhor
    • Comentário: Eliezer Lira
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: Colossenses, A perseverança da Igreja na Palavra nestes dias difíceis e trabalhosos
    • Comentário: Elinaldo Renovato
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 4° trimestre: VEM O FIM, O FIM VEM, A doutrina das últimas coisas
    • Comentário: Claudionor Corrêa de Andrade
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
2005
  • 1° trimestre: O Fruto do Espírito, A plenitude de Cristo na vida do crente
    • Comentário: Antônio Gilberto
  • 2° trimestre: Parábolas de Jesus, Advertências para os dias de hoje
    • Comentário: Elienai Cabral
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: Vida santa até a volta de Cristo, Conselhos para uma vida vitoriosa
    • Comentário: Elinaldo Renovato
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
2006
  • 1° trimestre: Salvação e Justificação, Os pilares da vida cristã
    • Comentário: Eliezer Lira
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
2007
  • 1° trimestre: A Igreja e a sua Missão
    • Comentário: Elienai Cabral
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 2° trimestre: Tempos Trabalhosos, Como enfrentar os desafios deste século
    • Comentário: Elinaldo Renovato
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: A busca do caráter cristão, Aprendendo com homens e mulheres da Bíblia
    • Comentário: Eliezer de Lira e Silva
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 4° trimestre: As promessas de Deus para a sua vida
    • Comentário: Geremias do Couto
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
2008
  • 1° trimestre: Jesus Cristo, Verdadeiro homem Verdadeiro Deus
    • Comentário: Esequias Soares
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 2° trimestre: As Disciplinas da Vida Cristã, Trabalhando em busca da Perfeição
    • Comentário: Claudionor de Andrade
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
  • 3° trimestre: As doenças do nosso século, As curas que a Bíblia oferece
    • Comentário: Wagner dos Santos Gaby
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto
2009
  • 1° trimestre: Livro de Josué, As conquistas e as promessas do povo de Deus
    • Comentário: Elienai Cabral
    • Consultor Doutrinário e Teológico: Antônio Gilberto

quarta-feira, 9 de março de 2011

Lição 11: O Primeiro Concílio da Igreja de Cristo

Lição 11: O Primeiro Concílio da Igreja de Cristo
Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem aula, cumprimentando os alunos e perguntem como passaram a semana.
- Apresentem o tema da aula: O Primeiro Concílio da Igreja de Cristo.
- Perguntem: O que significa “Concílio”? Aguardem as respostas dos alunos e acrescentem o que vocês pesquisaram sobre este termo.

- Dividam a turma em 05 grupos e distribuam os seguintes tópicos para que pesquisem na lição:
1 - O que ocasionou a realização do Concílio de Jerusalém?

2 - Quem convocou este concílio e quem se destacou assumindo a função de “presidente”?

3 - Qual a decisão do Concílio sobre Comida sacrificada aos ídolos e a ingestão de sangue e de carne sufocada?

4 - Qual a decisão do Concílio sobre a circuncisão e relações sexuais ilícitas?

5 – O que o concílio tem a ver com: Salvação dos Gentios, Judaizantes e Lei de Moisés?
Estipulem um tempo de 15 minutos no máximo para esta atividade, lembrando que cada grupo deverá apresentar suas respostas para os demais colegas, de forma objetiva. Durante a pesquisa, passem em cada grupo, observem o trabalho realizado e se estão precisando de ajuda. No momento da apresentação, permanecem junto ao grupo, os alunos se sentirão mais seguros. Tenham cuidado com o tempo!
- Contextualizando este tema com a Igreja da atualidade, falem sobre as Convenções Estaduais e Nacionais, enfatizando seus objetivos, suas deliberações e a peridiocidade.
- Para finalizar, utilizem a dinâmica “Reunião das Ferramentas” ou, se preferir, leiam o Texto “Assembléia na Carpintaria”.

Assembléia na Carpintaria


Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia. Foi uma reunião de grupo de ferramentas para acertar as diferenças. O martelo assumiu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.

O motivo? Fazia demasiado barulho; além do mais, passava todo o tempo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir fazer alguma coisa.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que media os outros segundo sua medida, como se fora o único perfeito.

Nesse momento, entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro, o parafuso e o serrote e outras ferramentas. Após algumas horas de trabalho uma rústica madeira se converteu num fino móvel.

Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: “Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos pontos fortes”.

A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas e o metro era preciso e exato. Sentiram-se então uma verdadeira equipe, feliz, unida, capaz de produzir móveis finos, de excelente qualidade.

Autor Desconhecido



segunda-feira, 7 de março de 2011

O EVANGELHO PROPAGA-SE ENTRE OS GENTIOS

LIÇÃO Nº 10 - DATA: 06/03/2011
TÍTULO: “O EVANGELHO PROPAGA-SE ENTRE OS GENTIOS”
TEXTO ÁUREO – At 10:45
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: At 10:44-48; 11:15-18
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/


I – INTRODUÇÃO:

• Deus não faz acepção de pessoas; Ele ama todo o ser humano, sem se importar com a sua procedência racial: amarela, branca ou escura. O importante é que cada um reconheça a sua condição de pecador, aceite a Jesus como Salvador e reserve, por este intermédio, a sua salvação eterna.


II – ALGUNS DETALHES BÍBLICOS SOBRE OS GENTIOS E OS JUDEUS:

• GENTIO - Nome dado pelos hebreus a todos os povos fora do grêmio de Israel. Assim, esta palavra é empregada para significar aqueles povos que não eram da família hebraica (Lv 25:44; l Cr 16:24 cf Is 49:6; Rm 2:14; 3:29).

• (A) - Compreendem todas as nações, exceto os judeus - Rm 2:9; 3:9; 9:24

• (B) – A conversão dos gentios foi predita - Gn 22:18; Sl 22:27; 86:9; Is 2:2; 9:2; 11:10; 42:1; 49:6; 55:5; 60:3; Dn 7:14

• (C) - Exemplos de conversões de gentios - At 10:45; 11:1; 13:48; 15:7; 18:6; 28:28; Rm 9:24; 15:9; Gl 3:14


II.1 - ERAM CHAMADOS DE:

• (1) - Gentios - Sl 2:1; Is 9:1; Gl 3:8;

• (2) - Nações - Sl 9:20, 22-28

• (3) - Incircuncisos - I Sm 14:6; Is 52:1

• (4) - Incircuncisão - Rm 2:26

• (5) - Gregos - Rm 1:16; 10:12

• (6) - Estrangeiros - Is 14:1; 60:10


• JUDEUS - Eram o povo escolhido por Deus; tinham uma religião sublime, cuja verdade contrastava com as falsidades das religiões dos gentios; possuíam leis sábias que impediam a corrupção dos costumes e a alteração das práticas religiosas, em contato com o paganismo. Tudo isso levou o povo judeu a desprezar injustamente os gentios. A sua escolha tinha um fim, que era servir de luz para os gentios (Is 49:1-6).

• O que o povo hebreu devia reconhecer era que os gentios também estavam incluídos na promessa - Is 2:2-4; Am 9:12; Zc 9:7.


II.2 - ERAM CHAMADOS DE:

• (1) - Hebreus (Gn 14:13; 40:15; II Cor 11:22)

• (2) - Israelitas (Ex 9:7; Js 3:17)

• (3) - Semente de Abraão (Sl 105:6; Is 41:8)

• (4) - Filhos de Israel (Gn 50:25; Is 27:12)

• (5) - Semente de Jacó (I Cr 16:13)

• (6) - Jesurum (Dt 32:15)


III - RELACIONAMENTO ENTRE OS JUDEUS E OS GENTIOS:

• Não deviam seguir seus caminhos (Lv 18:3; Jr 10:2)

• Não deviam casar-se com os mesmos (Dt 7:3)

• Podiam ter gentios como escravos (Lv 25:44)

• Desprezavam-nos como se fossem cães (Mt 15:26)

• Nunca se associavam a eles (At 10:28; 11:2-3)

• Eram frequentemente corrompidos por eles (II Rs 17:7-8)

• Foram dispersos entre eles (Jo 7:35)

• Excluídos dos privilégios de israel (Ef 2:11-12)

• Não podiam entrar no templo (At 21:28-29)

• O átrio exterior do templo se destinava a eles (Ef 2:14; Apc 11:2)

• Dados a Cristo como herança (Sl 2:8)

• Cristo foi dado como luz aos gentios (Is 42:6; Lc 2:32)

• Gentios e judeus unidos contra Cristo (At 4:27)


IV - FILIPE E O EUNUCO:

• O encontro de Filipe com o eunuco da rainha Candace, da Etiópia, era também o prenúncio da evangelização mundial.

• EUNUCO NA BÍBLIA - Os eunucos eram homens de confiança, nas cortes orientais, como Potifar, no Egito (Gn 39.1); Daniel e seus companheiros, na Babilônia (Dn 1.3,4); Neemias, na Pérsia (Ne 1.11).

• O vacábulo "eunuco" teve sua origem na Assíria e significa, primariamente, "oficial da corte", mas no hebraico apresenta um sentido secundário de "castrado" (Is 56.3), o qual estava excluído da assembleia do Senhor (Dt 23.1).


• LENDO O PROFETA ISAÍAS - O verbo ler, em hebraico, “qará”, é o mesmo para "clamar, gritar".

• Os antigos tinham o hábito de ler em voz alta. Isso significa que o eunuco assim procedia e, de longe, Filipe podia ouvir a sua leitura. Ele lia o texto de Isaías 53.7,8, mas não sabia que o texto referia-se ao Messias.

• À pergunta do evangelista se ele entendia o que lia, o eunuco foi sincero, respondendo que não. Mas estava interessado em saber, e pediu-lhe explicação. Filipe falou-lhe de Jesus. Ele se converteu, foi balizado nas águas, e agora levaria a mensagem do Evangelho para a sua terra.


• A RAINHA DA ETIÓPIA - O eunuco era um oficial da corte, na Etiópia (At 8.27), ministro das finanças da rainha "Candace", que não era o nome dela, mas um título, como "Faraó", no Egito; "César", em Roma, etc.

• Etiópia é um país africano, localizado entre Assuam, no sul do Egito, até as proximidades de Cartum, capital do Sudão. Até hoje, a igreja naquela nação acredita que esse encontro de Filipe com o eunuco foi o cumprimento do Salmo 68.31.


V - PEDRO NA CASA DE CORNÉLIO – (At 10):

• SIMÃO, O CURTIDOR - Lucas mostra que Pedro ficou hospedado muitos dias na casa de seu xará "Simão, o curtidor" (At 9.43). Esta profissão era considerada impura pelos judeus, e até dava a permissão à mulher de pedir o divórcio ao marido, uma vez que ela não tinha esse direito na legislação judaica, exceto em casos extremos como esse. Isso mostra que Pedro já tinha uma visão muito além sobre essa questão.

• A PURIFICAÇÃO - Deus se revelou a Cornélio, mandando-o que chamasse a Pedro. Apesar dessa visão preliminar, este apóstolo ainda precisava ouvir mais do Senhor, pois a barreira transcultural era muito forte, para ser quebrada momentaneamente.

• Por isso, a visão do lençol com toda a sorte de animais mostrava a Pedro que a mensagem do Evangelho devia ser levada aos gentios. Os judeus são escrupulosos ao extremo no "kashrut" (leis dietéticas judaicas observadas até hoje com relação aos alimentos considerados puros e impuros).


• PEDRO NA CASA DE CORNÉLIO - Pedro para Cesaréia, pois Cornélio já estava com seus familiares e amigos à sua espera, ávido pela Palavra de Deus. O apóstolo comunicou a Jesus e todos os presentes receberam o batismo no Espírito Santo, enquanto a mensagem era pregada. O mesmo que aconteceu no dia de Pentecoste e em Samaria, agora estava sucedendo na casa de um gentio, confirmando, dessa forma, a manifestação divina, bem como a sua aprovação da visita do ex-pescador a casa do centurião.

• Esta passagem mostra como Deus trata o ser humano, independemente de sua raça, posição social e nacionalidade. O Senhor busca os fiéis. O objetivo desse relato é mostrar que sempre esteve no plano divino salvar todos os homens, (I Tm 2.4).


• O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO- Se não fosse a descida do Espírito Santo, na casa de Cornélio, certamente Pedro estaria em dificuldades, para se justificar diante de seus companheiros, os demais apóstolos, sua visita a um gentio, sendo seu hóspede e sentando à mesa com ele, o que não era permitido aos judeus.

• Pedro contou toda a história de como o Senhor conduziu todo esse trabalho, mas parece que os apóstolos não estavam convencidos. Quando ele falou que todos os presentes na casa de Cornélio receberam o Espírito Santo, como eles no dia de Pentecoste, não tiveram mais dúvidas de que o Evangelho era também para os gentios (At 11.15-18).


VI – CONSIDERAÇÕES FINAIS:

• Até a primeira vinda de Jesus, a humanidade estava dividida em gentios: egípcios, assírios, caldeus, gregos, romanos e bárbaros; e judeus: os descendentes de Israel. Jesus derrubou esta parede de separação (Ef 2.13-18), formando um novo povo: A IGREJA.

• Hoje, a humanidade está dividida em três grupos: judeu, gentio e Igreja (l Co 10.32).

• A salvação dos gentios estava no plano estabelecido por Deus; já estava em Seu coração, mesmo antes da fundação do mundo. Portanto, não foi uma improvisação de última hora feita por Jesus e Seus apóstolos. Por isso, os cristãos que habitavam em Jerusalém, foram dispersos, por causa da perseguição, após a morte de Estêvão. Eles anunciavam o Evangelho por onde passavam e muitas pessoas aceitaram a Jesus como Salvador.

• Jesus disse que "o campo é o mundo" (Mt 13.38); e "Ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6).

• O apóstolo Paulo declara que a raça humana está condenada (Rm 3.23).

• Diante disso, consideramos que a evangelização não é uma alternativa, mas uma questão de vida ou morte e que “o campo” não é a minha cidade e nem a sua; não é o meu Estado, e muito menos o seu; tampouco é o nosso Brasil. “O campo” É O MUNDO!


FONTES DE CONSULTA:

1. Bíblia de Estudo Vida

2. Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 1996 – Comentarista: Esequias Soares

3. Dicionário da Bíblia - JUERP - John D. Davis

4. Anotações pessoais